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Blog de crisbraga
 


Em busca da nossa Alma

solidão não é a falta de gente para conversar,namorar, passear ou fazer sexo. Isto é CARÊNCIA

Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausencia de entes queridos que não podem mais voltar

Isto é SAUDADE

solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos. Isto é EQUILIBRIO.

Solidão não é o claustro voluntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida. Isto é um PRINCIPIO DA NATUREZA

Solidão não é o vazio da gente do nosso lado. Isto é CIRCUNSTÂNCIA

Solidão é muito mais do que isto. solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa ALMA.



Escrito por crisbraga às 18h03
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ÓRBITA

Quem Poderá Calcular a Órbita da sua Própria Alma?

 

As pessoas cujo desejo é unicamente a auto-realização, nunca sabem para onde se dirigem.

Não podem saber. Numa das acepções da palavra, é obviamente necessário, como o oráculo grego afirmava, conhecermo-nos a nós próprios. É a primeira realização do conhecimento. Mas reconhecer que a alma de um homem é incognoscível é a maior proeza da sabedoria. O derradeiro mistério somos nós próprios. Depois de termos pesado o Sol e medido os passos da Lua e delineado minuciosamente os sete céus, estrela a estrela, restamos ainda nós próprios. Quem poderá calcular a órbita da sua própria alma?

Oscar Wilde, in 'De Profundis'



Escrito por crisbraga às 14h37
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INTERESSES MUNDANOS

 

 

Mais um texto do “Tao Te Ching, de Lao Tsé, na tradução de Huberto Rohden. Não seria bom se o mundo fosse assim?

 

“De mil benefícios goza um povo

Quando não se fala mais em ser

Virtuoso nem santo.

Verdadeira reverência e amor sincero

Brotam em uma sociedade

Em que o direito e a moral deixem de ser prescritos.

A ordem não reina em uma sociedade

Onde o interesse determina o agir.

Esses princípios não podem ser prescritos,

Mas devem ser vividos.

Somente onde eles são vivenciados

É que ajudam os homens.

A ética genuína só existe

Onde o homem vive de dentro de sua fonte

E age pela pureza de seu coração;

Onde o cerne genuíno de seu ser

Se revela em atos desinteressados

E isentos de desejos.”



Escrito por crisbraga às 23h05
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A FRAGILIDADE DO AMOR


.

 

A consciência e a maturidade são ingredientes essenciais para que uma relação de amor se mantenha fortalecida e possa crescer cada vez mais em qualidade.

Somente a observação permanente de nossos próprios sentimentos e fragilidades, bem como os de nosso parceiro, podem trazer uma percepção clara dos jogos e armadilhas que o ego nos impõe e, deste modo, impedir que o amor seja destruído.

" Não pense que o amor é eterno. Ele é muito frágil, tão frágil quanto uma rosa. Pela manhã, ela está ali; ao entardecer, ela se foi. E pequenas coisas podem destruí-la.

Quanto mais elevado for algo, mais frágil será. Ele precisa ser protegido. Uma pedra permanecerá, mas a flor irá embora. Se você atirar uma pedra na flor, a pedra não se machucará, mas a flor será destruída.


O amor é muito frágil, muito delicado. Você precisa ser muito cuidadoso e cauteloso com ele. Você pode causar um tal dano que o outro se fecha, fica defensivo. Se você estiver brigando muito, seu parceiro começará a escapar; vai se tornar cada vez mais frio e fechado, de modo a não ficar mais vulnerável a seu ataque.


Então, você o atacará ainda mais, porque você resistirá a essa frieza. Isso pode se tornar um círculo vicioso e é assim que pessoas enamoradas pouco a pouco se separam. Elas se afastam uma da outra e acham que a outra foi a responsável, que a outra a traiu.

Na verdade, como percebo, nenhuma pessoa enamorada jamais traiu alguém. É somente a ignorância que mata o amor. Ambas queriam ficar juntas, mas ambas eram ignorantes.

A ignorância delas fez com que entrassem em jogos psicológicos, e esses jogos se multiplicaram. Pouco a pouco elas vão se afastando. Então, elas acham que o amor é perigoso. O amor não é perigoso. Apenas a inconsciência é perigosa.

Há muitas pessoas que evitam o amor simplesmente para estar em chão seguro. Há pessoas que não querem se comprometer em nenhum relacionamento porque elas sabem que uma vez que você esteja comprometido e mais próximo, começam as brigas, começam as resistências e as coisas feias começam a borbulhar - então, pra quê?

No máximo, elas ficam interessadas em relacionamentos sexuais, mas não em intimidade. E a menos que um relacionamento se torne íntimo e profundo, você nunca saberá o que é um relacionamento. Um relacionamento simplesmente sexual é uma coisa periférica e isso nunca o satisfará".

Osho, Beloved of my Heart



Escrito por crisbraga às 14h14
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lindo..do gil

"Naquele instante então, sentirei quem sabe um choque, um piripaque, um baque, um calafrio ou um toque. Coisas naturais da vida, como comer, caminhar. Morrer de morte matada, morrer de morte morrida, quem sabe eu sinta saudade, como em qualquer despedida..." Isso é lindo. Só na hora que vou ver. Quem sabe eu sinta saudade, como em qualquer despedida..."

 

trecho da música de Gilberto Gil -Quem tem medo da morte-



Escrito por crisbraga às 16h25
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ULTIMO POST DE 2011

 

Caminhando rumo a 2012.Em francês a palavra Reveillon remete a vigília, ao ato de estar acordado. Se voce vai receber o novo tem que estar acordado para recebê-lo quando chegar, assim como precisa estar acordado para se livrar do ano- velho. É a chance de fazer um desejo, um voto.

FELIZ ANO NOVO cheio de prosperidade emocional, financeira, saúde e  sobretudo espiritual, do autoconhecimento.

 



Escrito por crisbraga às 11h30
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HUMILDADE COM TENACIDADE

 

 

Toda vez que vejo bambu, lembro do pintor Manabu Mabe..a sabedoria oriental tem uma história sobre o bambu que eu acho incrível..depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo.

Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra que está sendo construída. Então, no final do quinto ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.

É preciso  muita fibra para chegar às alturas e ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.



Escrito por crisbraga às 17h01
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NOVA ERA

A Nova era é indiscutivelmente a era da consciência, que é a base da existência. O cetiscismo e a baixa autoestima, por exemplo, que se unem naturalmente à falta de fé são impedidores da manifestação quântica.

A consciência deve ser plena, pois ela é tudo no processo de manifestação.Sem ela nada é manifestado. Precisamos aprender, e isso, fazemos através da consciência de nossos processos mais profundos, a nos libertar do ego inferior, ou seja, de pensamentos/sentimentos de menos valia, baixa autoestima e inferioridade. Todos somos merecedores de receber da vida, o melhor que ela pode nos oferecer e isso depende muito de você!

 



Escrito por crisbraga às 16h48
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encenação

 

 

 

 

”Pesquisemos outras maneiras de enxergar a realidade em que vivemos em sua relação com o absoluto, no qual estamos imersos e ilusoriamente convencidos de nos acharmos distantes. Imaginemo-la um teatro onde os atores, elementos oriundos do universo real, o S (Sistema), se fantasiam de matéria para se apresentarem em um palco provisório, o espaço de AS (Anti Sistema), encenando papéis e roteiros que a vida lhes dita. Coordenadas de localização lhes determinam as posições exatas onde devem estar o ritmo do tempo, como um compasso, lhes demarca o fluxo de andamento das apresentações, fixando-se-lhes limites de atuação.


Esse palco é iluminado por um foco de claridade, o cone de luz por onde percebemos a realidade, ocultando o restante em penumbras impenetráveis. É nesse cenário fechado que encenamos a existência provisória na matéria, reaprendendo a arte do amor que olvidamos dos ensinos paternos.


Esse cone de luz ilumina e delimita o nosso único contato com a realidade exterior, e por isso Einstein o fez a única referência para se medir todos os fenômenos do relativo. A luz então cerceia, em sua máxima velocidade, toda realização fenomênica conhecida, com exceção do pensamento. Portanto, aí tudo tem um tempo para se realizar, ou seja, tudo nasce fadado a ter um início e um fim. Porém, entendemos que os fenômenos em essência, não morrem jamais, pois, se nossa percepção os limita ao espaço cênico do relativismo, uma vez fora dele, continuam a existir como antes já existiam.


Compreendemos perfeitamente que esse “espaço cênico”, o teatro do AS, está imerso em uma outra realidade, o verdadeiro cenário da vida onde provêm os personagens que nele se apresentam. Essa região, o absoluto, está do “lado de fora” do teatro e se constitui de propriedades muito distintas, as quais os figurantes da peça “A Grande queda” não podem compreender enquanto a estão representando. Nesse palco provisório eles se matam, expressam seus ódios recíprocos nos mais eloqüentes dramas, exibem atos heróicos e experimentam as revoltas a que aspiram, contudo, deixam intactos os procênios reais da vida, o reino do Senhor. Suas vestes se desgastam ou são devoradas, levando-os a se retirarem provisoriamente, através da encenação da morte, para os bastidores, mas logo retornam com trajes renovados à arena de suas atuações. O diretor do “teatro da queda”, a contragosto de muitos de seus figurantes, continua sendo o mesmo Criador do Todo. Ele opera ativamente no manejo dos atores, induzindo-os a aprimorar suas peças teatrais até o ponto de não mais necessitar delas para se apresentarem na vida real como convém, embora muitas vezes se sirva da dor para adestrá-los.



Além dos acanhados limites do grande teatro da queda, estendem-se as paisagens imorredouras do S, que os personagens, momentaneamente envolvidos com seus tristes espetáculos, não podem ainda divisar. Eles estão confinados nesse palco finito, restrito e provisório, apenas por uns tempos. Talvez um tempo longo demais para o nosso gosto. Mais logo o grande teatro será demolido, pois suas bases são incertas e instáveis. Aguarda-se apenas que os figurantes estejam, não só bem treinados, mas, sobretudo, enfastiados das representações de disputas, desavenças e exibições de orgulhos e egoísmos, convencendo-se, afinal, de que a única peça que realmente vale a pena é a arte do amor, a qual poderão retratar na vida real.


O AS é um palco transitório e, por isso, o seu Diretor tolera aí a desordem, o que o faz instável e caótico. Fora dele domina uma região exótica aos nossos olhos, sem lugar, sem tempo e não restrito ao cone de luz, mas iluminado pela luz empírea do Divino, coisa inimaginável por nós, atores do AS. Os parâmetros que movem os fenômenos físicos, como trajetória, existência cíclica, vida e morte, inconsciência e consciência, estão limitados apenas às entradas e saídas de cena, pois fora do “palco do relativo”, tudo continua a existir, como já existia antes da encenação, onde tudo apenas “é”, em um eterno presente e na mais completa imobilidade, pois aí é o reino da absoluta perfeição.


Como se pode deduzir, essa imagem muito se aproxima do famoso mito da caverna, idealizado por Platão.”


Arquitetura Cósmica



Escrito por crisbraga às 14h47
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QUEM SABE PODE MUITO,QUEM AMA PODE MAIS

Quem Ama Liberta.

Crascante

                                                                       "Nós podemos chegar a ser cultos com conhecimento de outros homens,

 mas nós não podemos ser sábios com sabedoria de outros homens."

Montaigne

 

“Não há sentido que não seja do desejo”.

 “ Não há  verdade senão daquilo que esconde este desejo

 de sua falta, fingindo que não quer nada diante do encontro”.

 Lacan .

 

Segundo Lacan “amar é dar aquilo que não se tem”.Quem ama dá ao outro o amor que  não se tem, demandando o retorno do amor deste outro, assim fantasiando ser preenchido por ele. Mas Lacan em seu livro seminário “Mais ainda” ele diz que amor, ódio e ignorância são os mesmos sentimentos, lembrando-me uma crônica do Rubem Alves que relata a discórdia entre Deus e o diabo para saber qual a força que usariam para unir os casais. O diabo defendeu o uso do ódio, mas Deus escolheu o amor. Então sentimos amor e ódio pela mesma pessoa? Podemos tratá-la também com ignorância?

            Freud nos diz que o ódio vem antes do amor e nossos sentimentos em relação ao outro oscilam entre amor e ódio, ou seja, quanto mais amamos, mais somos capazes de odiar; quanto mais próximos, mais queremos destruir este amor, aprisionando-o em uma trama de sentimentos. Será que somos capazes de liberta quem amamos? E será que continuaremos amando sem sentimentos de posse?

Conforme Rubem Alves “quem ama  liberta”. Libertar alguém que amamos é dá-lhe oportunidade de viver sua vida, sendo guiado por seu desejo, respeitando o seu direito humano de viver, de desejar e ser livre para escolher o que lhe apraz. Só somos capazes de realizar a libertação de quem amamos quando percebemos quanto somos escravos da presença do outro para amarmos, demandando o seu amor e assim tentando tamponar algo do vazio. Será que aprisionamos o outro para continuarmos alimentando nossas fantasias, assim permanecendo no prazer e fugindo da realidade dura e cruel?



Escrito por crisbraga às 17h54
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O TODO E A PARTE

Você já parou para pensar que às vezes o foco de uma briga de uma desunião às vezes é algo muito fácil de se resolver? É que às vezes a gente quer impor através do nosso orgulho, a nossa opinião, a nossa posição. E a gente não veio nesta vida para aprender a desunir.

Ao contrário, neste momento precisamos é se ver como seres humanos.

Se a gente não consegue se unir dentro de casa, o que dirá no mundo. Precisamos aprender a fazer a nossa parte, com aquilo que a gente tem de melhor. A gente se distancia do outro à medida que a gente se distancia da gente mesmo.

A gente se distancia do outro quando a gente começa a ver as coisas só com a razão, e não com o coração.

Abre esse coração! O momento é de união, de se ver com amor, de se ver com mais compaixão.

A união é o único caminho que vai nos sustentar em meio a tentas coisas que vêm acontecendo.

Somos todos seres individuais ligados em uma única rede. O que acontece com o outro, te afeta também. Apesar de termos uma consciência individual, a gente precisa ter a consciência do todo, a consciência de que fazemos parte de algo maior.



Escrito por crisbraga às 22h19
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Vestido de Noiva

Do terceiro ato de "Vestido de Noiva"

Lúcia: Foi você quem perdeu a minha alma.

Pedro: E você, a minha.



Escrito por crisbraga às 20h49
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SERMÃO DO MANDATO

A segunda ignorância, que tira o merecimento ao amor, é não conhecer quem ama a quem ama. Quantas coisas há no mundo muito amadas, que, se as conhecera quem as ama, haviam de ser muito aborrecidas! Graças logo ao engano, e não ao amor. Serviu Jacó aos 7 primeiros anos a Labão e, ao cabo deles, em vez de lhe darem Raquel, deram-lhe a Lia. Ah ! enganado pastor e mais enganado amante! se perguntarmos à imaginação de Jacó por quem servia, responderá que por Raquel. Mas se fizermos a mesma pergunta a Labão, que sabe o que é, e o que há de ser, dirá com toda certeza que serve por Lia. E assim foi.

Servis por quem servis, não servis por quem cuidais. Cuidais que vossos trabalhos e vossos desvelos são por Raquel, a amada, e trabalhais e desvelais-vos por Lia, a aborrecida. Se Jacó spubera que servia por Lia, não servira 7 anos nem 7 dias.

Serviu logo ao engano e não ao amor, porque serviu por quem não amava....

Oh, quantas vezes se representa esta história no teatro do coração humano, e não com diversas figuras, senão a mesma! A mesma que na imaginação é Raquel, na realidade é Lia;e não é Labão o que engana Jacó, senão Jacó o que se engana a si mesmo. Não assim o divino amante, Cristo.Não serviu por Lia de baixo da imaginação de Raquel, mas amava a Lia conhecida como Lia.nem a ignorância lhe roubou o merecimento ao amor,nem o engano lhe trocou o objeto ao trabalho.Amou e padeceu por todos,e por cada um, não como era bem que eles fossem,senão assim como eram.Pelo inimigo,sabendo que era inimigo;pelo ingrato,sabendo que era ingrato;pélo traidor,sabendo que era traidor: " Sciebat enim quisnam esset, qui traderet eum".

Deste discurso se segue uma conclusão tão certa como ignorada: é que os homens não amam aquilo que cuidam que amam.Por quê? Ou porque o que amam não é o que cuidam, ou porque amam o que verdadeiramente não há. Quem estima vidros, cuidando que são diamantes, diamamtes estima e não vidros;quem ama defeitos, cuidando que são perfeições,perfeições ama e não defeitos. Cuidais que amais diamantes de firmeza e amai vidros de fragilidade;cuidais que amais perfeições angelicais, e amais imperfeições humanas.

Logo os homens não amam o que cuidam que amam.Donde também se segue que amam o que verdadeiramente não há;porque amam as coisas não como são,senão como as imaginam;e o que se imagina e não é, não há no mundo.Não assim o amor de Cristo, o sábio sem engano: Cum dilexisset suos, qui erant in Mundo".

SERMÕES, Pe.Antonio Vieira, 1945

 



Escrito por crisbraga às 20h32
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van gogh

Vendaval

varal

onde  voam cores

bólidas na tela esvoaçante

Um van Gogh no meio do trigal

onde o caminho

 

 

 

penetrante e sombrio

o desespero

onde corpos furtam o ouro do trigo

uma imagem prene

anunciando o preâmbulo  da morte

 



Escrito por crisbraga às 22h22
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BECAUSE...

 

BECAUSE THE NIGHT BELONGS TO LOVERS

BECAUSE THE NIGHT BELONGS TO LUST

BECAUSE THE NIGHT BELONGSTO LOVERS

BECAUSE THE NIGHT BELONGS TO US



Escrito por crisbraga às 23h42
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